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pindorama

lia rodrigues companhia de danças/ colaboração

Como abordar, ainda uma vez, as possíveis relações do estar junto? Misturando-se até a diluição? Afirmando limites e singularidades? Quais rituais, sacrifícios e acordos seriam necessários para a constituição de um coletivo, ainda que temporário? Que paisagens criar para Pindorama - nome indígena dado às terras brasileiras antes da chegada dos europeus? Ciclos de morte, transformação, vida.
“Pindorama” estreou, em novembro de 2013 no Festival d’Automne  de Paris, com um convite especial para fazer uma turnê dentro da cidade de Paris,  sendo apresentado  em 4 teatros diferentes dentro da programação desse   que é o mais prestigiado  festival  da França. Com todas as apresentações lotadas , “Pindorama” recebeu  excelente crítica no jornal Le Monde : “Um pedaço de plástico transparente, água, corpos nus, silêncio… Depois de Pororoca (2009), que designa uma onda imensa nascida do encontro do oceano com um rio, de Piracema (2010) , que designa uma contra-corrente, sempre na língua tupi, Pindorama completa uma trilogia sobre a água com  uma precisão incisiva … Estamos no teatro, mas mergulhamos  em um mar arrebatador…Uma loucura de situações fugazes e belas…”

foto: sammi landweer

ficha técnica

Criação e direção: Lia Rodrigues
Assistente da direção: Amália Lima
Dançado e criado por: Amália Lima, Leonardo Nunes, Gabriele Nascimento, Francisco Thiago Cavalcanti, Clara Cavalcante, Felipe Vian, Glaciel Farias, Luana Bezerra, Carol Repetto, Maruan Sipert,Valentina Fittipaldi com a participação na criação de Gabriela Cordovez
Criado também por: Clara Castro, Dora Selva, Thiago de Souza
Dramaturgia: Silvia Soter
Colaboração artística: Guillaume Bernardi
Criação de Luz: Nicolas Boudier
Fotografia: Sammi Landweer
Professores convidados: Amália Lima, Marcela Levi, Cristina Moura e Sylvia Barretto
Secretaria/Contabilidade: Glória Laureano
Assessoria de Imprensa: Claudia Oliveira
Produção/Consultoria de projetos: Claudia Oliveira
Produção-difusão internacional: Thérèse Barbanel/“Les Artscéniques”. Assistente: Colette de Turville
Residência de criação no Théâtre Jean-Vilar de Vitry, projeto de ‘compagnonnage’, com o apoio do Conseil Régional d’Ile-de-France.
Coprodução: Festival d’Automne à Paris, Théâtre national de Chaillot, Théâtre Jean Vilar de Vitry-sur-Seine, La Briqueterie/CDC du Val-de-Marne, King’s Fountain, Kunstenfestivaldesarts em corealização com o Kaaïtheater (Bruxelas) e HELLERAU-European Center for the Arts (Dresden, Alemanha).
Em parceria com a Redes da Maré e o Centro de Artes da Maré
Apoio do Grupo Conexão G
Correalização do Festival d’Automne à Paris / Théâtre national de Chaillot / Théâtre de la Cité internationale.
Realização: Rodrigues & Assumpção Produções Artísticas.

apresentações

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